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Os livros de 2017

Segunda-feira, 08.01.18

Em 2017 li um total de 43 livros, um número bastante aceitável e, sem querer mentir, penso que foi um record.

Tive várias leituras muito boas, mas também tive leituras menos boas.

 

Como melhores do ano, temos:

A Rapariga que Roubava Livros, de Markus Zusak

Adorei este livro, que já estava à espera na estante há demasiado tempo. Tinha espetativas altas, mas não me desiludi. Vivi cada momento com a pequena Liesel, uma menina que ama os livros mesmo quando à sua volta se passam coisas tão terríveis. A literatura também pode ser uma terapia. Também gostei do filme.

 

O Rouxinol, de Kristin Hannah

Outro livro passado na altura da Segunda Guerra Mundial. França, na altura em que a linha Maginot falha e o país é invadido pelas tropas alemãs. Mulheres fortes. Cenas chocantes e momentos dolorosos. Um livro marcante.

 

As Intermitências da Morte, de José Saramago

Um livro carregado da ironia a que Saramago sempre nos habituou. O tema é a morte, numa altura em que esta decide desaparecer e deixar de atuar num país. As repercursões desta decisão da morte são exploradas até ao infinito. E o final é maravilhoso.

 

Dezanove Minutos, de Jodi Picoult

Um livro que marco muito pelo tema que aborda: o bullying. Identifiquei-me tanto com certas situações que este livro acabou por me marcar e ser uma das melhores leituras do ano.

 

Harry Potter e os Talismãs da Morte, de J. K. Rowling

Não apenas este, mas todos os livros da saga. Como já sabia que iria acontecer. São livros que me marcaram durante a adolescencia e me irão acompanhar para sempre. Vou reler muitas mais vezes.

 

Agora vamos às leituras menos boas:

Orlando, de Virginia Woolf

Não consegui entrar bem na história, não gostei da escrita. Estava desejosa por chegar ao fim. Não voltei a ler Virginia Woolf e não sei quando irei voltar.

 

Compaixão, de Jodi Picoult

Um livro com uma permissa muito boa, mas que não desenvolva da forma esperada. Histórias paralelas que não acrescentam nada são adicionadas, acabando por ser mais desenvolvidas que a história principal.

 

Oníria, de Joana Santos Silva

Um livro de poesia. Não encontrei a paixão nem o sentimento que espero encontrar na poesia. Não me transmitiu qualquer sentimento e ficou muito abaixo das espetativas, que já não eram elevadas.

 

Foi, no geral, um bom ano. Espero que 2018 seja ainda melhor!

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2 comentários

De Bárbara Ferreira a 29.01.2018 às 21:29

Li Orlando há dez, onze anos e saí exactamente com essa impressão (e falta de vontade de ler mais da autora). Um amigo que teve uma experiência semelhante com Mrs Dalloway adorou "As Ondas" - ofereceu-me por saber da experiência partilhada e li em Dezembro. É muito diferente, e desse gostei. Se um dia (nem que seja, como eu, passados dez anos) quiseres voltar a tentar Virginia Woolf, quiçá esse seja uma boa opção :)

PS: fiquei super fascinada com os poucos livros que compraste e a forma como conseguiste ir lendo à medida que compravas!

De Daniela a 07.02.2018 às 21:56

Daqui a alguns anos talvez volte a tentar ler algo de Virginia Woolf, logo se vê :)

Tinha aquele objetivo e então fui conseguindo não comprar muito :)

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