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O final do livro anterior veio mudar forçosamente a linha desta história. Afinal, Lord Voldemort voltou a erguer-se, agora em carne e osso, tal como Harry testemunhou. No entanto, o Ministério da Magia não acreditou nele e nega o regresso do feiticeiro negro. 

 

A narrativa começa em Privet Drive, onde Harry passa a maior parte dos seus Verões, na casa dos tios Petúnia e Vernon. Longe de tudo e todos, não sabe o que anda Voldemort a tramar ou o que está a ser feito para o travar. O seu primo, Dudley, e o próprio Harry, são emboscados num beco por dois Dementors, e Harry vê-se obrigado a quebrar as regras da escola e usar magia para se defender. 

 

Do outro lado, Voldemort e os seus fiéis seguidores encontram-se a reunir forças e a preparar o seu regresso ao poder, mesmo debaixo das barbas do Ministério, onde já se infiltraram.

 

Apesar da recusa do Ministro da Magia em aceitar o regresso do feiticeiro mais temido de todos os tempos, uma sociedade secreta, conhecida por Ordem da Fénix e criada por Dumbledore nos tempos da primeira guerra, voltou a juntar-se e luta agora nas sombras contra os estragos dos Devoradores da Morte, protegendo aqueles que precisam de proteção e ajudando aqueles que precisam de ser ajudados.

 

O regresso à escola é marcado pela presença de uma nova professora de Defesa contra as Artes Negras, Dolores Umbridge. Uma mulherzinha pequena e atarracada, enviada pelo Ministério, sádica e desprezível, que não permite o uso de magia nas suas aulas, insistindo que não existe nenhum perigo a ser combatido. No entanto, os alunos que querem realmente aprender não ficam quietos e treinam magia às escondidas.

 

Neste que é o maior volume de toda a série, J. K. Rowling mostra-nos o papel da política no mundo dos feiticeiros, muito falada ao longo da história.

 

A narrativa é ligeiramente mais morosa, mas nunca aborrecida ou maçadora. Apenas existem pormenores mágicos que precisam de atenção e de descrições mais detalhadas.

 

As personagens continuam a ser fenomenais. Sempre bem construídas e sempre a surpreender, crescem e mostram mais das suas muitas camadas. Neville Longbotton foi uma agradável surpresa. Luna Lovegood é uma nova personagem encantadora, que vive com a imaginação a trabalhar ao máximo. Bellatrix Lestrange, uma das mais fiéis devoradoras da morte, é-nos também apresentada, deixando o caos à sua passagem.

 

A morte também é representada. J. K. Rowling deixa-nos com o coração apertado quando nos leva uma das personagens preferidas deste mundo mágico, que ainda tinha tanto para mostrar. Mas a vida não é justa, nem aqui no mundo dos Muggles, nem lá no mundo dos feiticeiros.

 

 

O filme tem muitas diferenças. Várias personagens foram cortadas e várias cenas também. Neville assume também o papel de Dobby, fazendo as falas que deveriam pertencer ao elfo. A amiga de Cho, Marietta, que no livro também pertence ao exército de Dumbledore, é cortada. Cho assume as suas falas e ações, adaptadas à sua personagem. Não sei se este não é o filme com mais diferenças.

 

Opiniões anteriores:

Harry Potter e a Pedra Filosofal, de J. K. Rowling

Harry Potter e a Câmara dos Segredos, de J. K. Rowling

Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, de J.K.Rowling

Harry Potter e o Cálice de Fogo, de J. K. Rowling

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