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Livros no Ecrã | Um resumo

Quarta-feira, 10.05.17
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por Daniela

Livros no Ecrã | Veronika Decide Morrer, de Paulo Coelho

Domingo, 07.05.17

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Sobre o livro...

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Este livro faz parte da lista 1001 Livros para ler antes de morrer. É o terceiro livro que li do autor e, até agora, o melhor.

Aos 24 anos, Veronika decidiu que já tinha vivido tudo o que lhe fora permitido viver e tentou o suicídio por ingestão de uma grande quantidade de comprimidos para dormir. Ao ser encontrada ainda com vida, Veronika não consegue cumprir o seu objetivo e acaba internada em Villete, um asilo novo do qual é sabido que quem para lá entra não volta a sair.

Vários temas são abordados além do suicídio, como a depressão, a esquizofrenia e a síndrome do pânico, cada um deles associado a uma história e a uma personagem. São ainda abordados tratamentos pouco convencionais utilizados há muito tempo atrás, como é o caso do Choque de Insulina e a Terapia de Choque.

Há passagens depressivas e excertos muito filosóficos, pelo que compreendo quem não gostou do livro por causa desses aspetos. Paulo Coelho tenta transmitir-nos as suas ideias sobre a mente humana e sobre a loucura, a influência das nossas escolhas e o quão importante são as aparências no mundo atual.

A leitura foi viciante, dei por mim a querer saber sempre mais e a ansiar para saber o final. Este foi um pouco diferente do que esperava, e a mensagem do final mais filosófica.

Deixo um excerto que acredito ser uma das mensagens que o autor quis transmitir.

Porque quando todos sonham e só alguns poucos realizam, o mundo inteiro sente-se cobarde.

 

...e a adaptação

 Podem ver o trailer aqui. Por alguma razão, não está a dar para colocar vídeos...

O filme também é bom, embora faltem pedaços do livro.

As personagens foram bem criadas e quase todas como tinha imaginado com a exceção da Zedka, uma das pacientes do asilo, que sofre de depressão mas que imaginei mais velha e mais sã, quase em fim de tratamento.

Gostei bastante do Eduard, embora a história dele tenha certas diferenças em relação ao livro. Veronika tem também um grande crescimento ao longo da história, tanto no filme como no livro, e foi bem interpretada. O Dr. Blake, interpretado por David Thewlis também me surpreendeu.

É um bom filme e a carga filosófica continua também aqui.

 

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por Daniela

Livros no Ecrã | Orlando, de Virginia Woolf

Sábado, 06.05.17

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Sobre o livro...

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Para mim não foi uma boa experiência de leitura. Talvez não tenha sido a melhor altura para ler este livro e sei com certeza que não entendi tudo o que a autora quis transmitir.

Achei o texto aborrecido e foi muito difícil ir avançando com a leitura. No entanto, adorei as passagens sobre os livros e também os vários excertos que comparam homens e mulheres. 

Tirando isto, infelizmente não é um livro para mim. Foi o primeiro que li da Virginia Woolf, talvez ainda tente ler outro mas em princípio não será brevemente.

 

...e a adaptação 

 

 

Esta adaptação conseguiu ser a pior que já vi. Previ logo pelo trailer que não ia ser nada de especial. Apesar de não ter gostado do livro, sei perfeitamente que poderia ter sido feito algo muito melhor. Não consegui ver o filme todo, fui passando à frente e vou apenas falar do que vi.

Não gostei das representações nem dos atores. Os diálogos foram na sua maioria muito forçados, com exceção talvez da Sasha que mesmo assim não me cativou.

Também não gostei do roteiro. O facto de as personagens começarem a falar diretamente para a câmara por cima do narrador tornou o filme um tanto ou quanto assustador.

Enfim, não sei que mais posso dizer, foram duas más experiências que não posso recomendar.

 

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por Daniela

Livros no Ecrã | O Diário da Nossa Paixão, de Nicholas Sparks

Sábado, 29.04.17

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Sobre o livro...

 

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Mais um para o projeto Livros no Ecrã, desta vez de Nicholas Sparks. É o primeiro livro que leio do autor e entrei nesta história sem grandes espectativas, e a verdade é que não me surpreendeu por aí além. Sim, tem passagens fofinhas e é romântico e essas coisas todas. No entanto, talvez seja muito cliché. Não sabia nada da história, mas soube quase sempre o que ia acontecer a seguir, o que estraga sempre um bocadinho as coisas não é? 

O tema principal é a doença que magoa tanta gente por aí: o Alzéimer. Quando visitamos alguém que conhecemos desde pequenos e que sofre desta doença, o olhar de confusão e a pergunta nem sempre formulada que os olhos da pessoa transmitem é o pior. 

Bem, gostei das personagens principais. Allie é uma mulher forte que mesmo contra as probabilidades consegue fazer as coisas de maneira calma e acertada. Noah é o homem do charme, tão protetor e meigo, que cuida da sua menina até ao fim.

Houve passagens da história que poderiam ter sido mais aperfeiçoadas, era interessante saber mais sobre o passado de algumas das personagens e haver mais pormenores em relação ao que vai acontecendo. Lon, por exemplo, é muito pouco explorado, não sabemos nada sobre ele e acabamos o livro sem saber nada.

A escrita também não me agarrou, estava à espera de uma escrita mais rica, mais perfeita e, no entanto, deparei-me muitas vezes com frases que pareciam ter sido escritas para um YA por exemplo.

E depois a mensagem que traz, que o amor cura tudo, supera qualquer espetativa e consegue derrotar qualquer barreira.

 

 

...e a adaptação

 

 

 

 

 

É verdade, foi um dos raros casos em que gostei mais do filme do que do livro.

Alguns dos detalhes que faltavam no livro foram preenchidos, algumas personagens mais exploradas. A linha principal da história foi a mesma, no entanto houve várias alterações.

As personagens não são muito diferentes do que tinha imaginado, com a excepção de Noah, que é completamente diferente.

O filme prendeu-me muito mais do que o livro e até chorei. É bom quando isto acontece!

 

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por Daniela

O Jogador, de Fiódor Dostoiévski

Quinta-feira, 27.04.17

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Era o objetivo este livro contar para o Projeto Livros no Ecrã, no entanto e com muita pena minha não consigo encontrar o filme em lado nenhum!

Li que este livro foi escrito por Dostoiévski de forma rápida para conseguir o dinheiro de que necessitava para pagar as suas próprias dívidas do jogo e é, de facto, um livro em que são narrados episódios da sua própria vida que nos mostram de forma crua o ciclo vicioso que esta via traz.

Nunca tinha lido nada do autor, pelo que entrei na leitura sem quaisquer termos de comparação. Muitos consideram este livro muito inferior às suas restantes obras, facto sobre o qual não poderei opinar.

Este livro traz até nós as aflições e a adrenalina da vida de um jogador, o vício e o apostar sempre mais, porque desta vez é que vai ser.

A história é-nos contada da perspetiva de Aleksei Ivánovitch, um jovem perceptor para a família do general, que se diverte com tudo o que se passa em torno desta família, tornando a narrativa muito descontraída. Através dele, o autor narra uma crítica intensa contra aquela gente e todos os seus modos, somos aliás várias vezes levados a entrar na mente de quem mergulha sem consciência na mesa de jogo, não se preocupando com o seu próprio destino ou com o dos seus. 

As personagens são diversas e todas ligadas, de uma maneira ou de outra, ao dinheiro. Temos um General que espera ansioso pela morte da sua avó para que possa ficar com a sua herança. Temos uma mulher que se junta aos homens mais endinheirados, para que todos os seus luxos sejam satisfeitos. Temos um inglês rico, que acaba por usar as pessoas a seu proveito.

Também nos é mostrado outra formas de jogo, com personagens secundárias que jogam por probabilidades, apontando todas as jogadas, apostando sempre em números ou cores que não saem há muito tempo e nunca apostando no que acabou de sair.

Um bom livro, em que a crítica social muito implícita se torna deveras interessante.

 

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por Daniela

Livros no Ecrã | A Rapariga que Roubava Livros, de Markus Zusak

Quinta-feira, 20.04.17

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Sobre o livro...DSCF2947.JPG

 

 

Esta é um obra incrível. Adorei este livro, é daqueles que quando acaba apetece logo começar outra vez. Comecei-o com as expetativas elevadas e não me desiludi.

Como pano de fundo temos uma pequena cidade alemã, Molching, em plena 2ª Guerra Mundial. A nossa protagonista, a pequena Liesel Meminger, foi adotada por dois alemães - Hans e Rosa Hubermann - e desenvolve um grande gosto pelos livros e pelas palavras mesmo antes de saber ler. A narradora é a Morte. É a Morte que nos conta a história de Liesel, da sua família e amigos, enquanto se caracteriza a si própria como a que mais trabalhou naquela época.

Enquanto a história de Liesel é construída, são-nos também apresentadas uma série de personagens secundárias muito bem inseridas e contextualizadas no ambiente que se vivia na altura. O medo, a opressão e as dificuldades que muita gente passou naquela altura é constantemente relembrado.

Nestas mesmas pessoas, vemos que nem todos eram iguais, nem todos admiravam e seguiam os passos do Führer. Vários recusavam-se a aceitar perder a sua humanidade, fazendo o mínimo possível de forma a evitar represálias. Todas as personagens são extremamente ricas e bem constituídas.

A pequena Liesel, com a sua inocência e a sua paixão pelas palavras. Os pais adotivos que pareciam tão diferentes um do outro mas que afinal mantêm as mesmas crenças e o mesmo coração e que se tornaram em duas personagens tão importantes, tão bondosos e tão humanos no meio dos nazis de quem querem distancia. O pequeno Rudy com o cabelo cor de limão, vizinho e melhor amigo de Liesel, que quer ser igual a um atleta negro. Max, um judeu considerado como lixo, mas das melhores pessoas que encontramos neste livro.

Enfim, a necessidade de nos mantermos humanos mesmo nas piores condições, o poder curativo dos livros e das histórias que eles trazem, as diferenças existentes na altura entre a classa baixa e alta. Temas fortes e difíceis, momentos que nos apertam o peito, é disto que este livro é feito! Dos melhores livros que li nos últimos tempo,

 

...e o filme

 

 

No filme está tudo muito mais resumido, embora este também seja muito bom. Várias cenas foram cortadas e outras tantas agrupadas numa só. Tinha de ser, ou daria um filme enorme. No entanto, a relação de Liesel com Max poderia ter sido muito melhorada, vários capítulos importantes foram cortados.

Também o papel dos livros foi menos desenvolvido no filme. No livro, Liesel tem especial carinho por cada um e agarra-se a um de cada vez saboreando-o vezes sem contas, sem se importar pela quantidade de livros que tem.

 

A atriz Sophie Nélisse desempenhou muito bem o seu papel, conseguindo transmitir todas as emoções da pequena Liesel. A narração efetuada pela Morte também foi muito bem conseguida. O final também foi muito emocionante e das melhores partes do filme.

 

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por Daniela

Livros no Ecrã | A Revolta, de Suzanne Collins

Terça-feira, 18.04.17

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Sobre o livro...

 

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O terceiro livro desta trilogia dividiu as opiniões dos leitores. Houve quem adorasse este final e houve também quem odiasse. Eu gostei do final embora não tenha acontecido da maneira que previ. Gostei do livro no geral, embora não tenha de todo superado Em Chamas.

Este livro é o que nos traz mais despedidas, despedidas necessárias e dolorosas. Continuamos a ver tudo o que acontece da perspetiva de Katniss Everdeen, e ela mostra-se mais forte e focada em atingir o seu objetivo. O seu melhor amigo, Gale, destaca-se muito mais neste volume do que nos anteriores. Mostra que está sempre lá para a apoiar e mostra também mais de si que não pudemos ver nos outros livros. 

Peeta tem agora uma nova luta para além daquela a ser travada por todos contra o Capitólio. Devido aos acontecimentos ocorridos no segundo volume, Peeta vê-se agora a lutar contra si próprio, vê-se falhar e recomeçar uma e outra vez.

Um dos personagens que gostei mais neste volume foi Finnick, que conhecemos no anterior volume e que agora também se revelou muito mais. Outro dos personagens, o mais odiado por Katniss é quem acaba por lhe mostrar o caminho e ajudá-la na sua decisão.

O final é feliz e surpreendeu-me, uma vez que estava à espera que a escolha de Katniss fosse exatamente a contrária.

 

e a adaptação...

  

 

 

 

Este livro foi dividido em dois filmes. O primeiro filme acaba por se tornar arrastado devido à falta de ação que acaba por existir. Andam para cá e para lá mas, no geral, não acontece nada de emocionante.

No segundo filme, muda um bocadinho. Começamos a ver mais da revolta dos distritos e a acompanhar mais as batalhas entre estes e o Capitólio.

Acho que foram cortadas e alteradas partes que ficariam melhor como estavam no livro. Dariam mais impacto, principalmente uma das cenas finais em que Katniss é chamada a atirar e, no livro, apenas tem uma seta e pode atirar apenas a um alvo o que a leva a ter mesmo de escolher. No filme não é assim, ela podia perfeitamente ter atirado para vários locais.

No geral, gostei do filmes, tal como gostei dos anteriores e acho que foi uma boa adaptação.

 

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por Daniela

Livros no Ecrã | Os Primeiros Dias

Quarta-feira, 12.04.17

Vamos no 12º dia do mês e já li dois livros para o projeto Ler os Nossos.

 

A Revolta - Suzanne Collins

A Rapariga que Roubava Livros - Markus Suzak

 

Vi o filme do primeiro e vou ver o filme do segundo nos próximos dias. Também nos próximos dias irão sair as opiniões dos dois livros e dos dois filmes!

 

Deixo aqui alguns textos sobre o projeto:

Livros no Ecrã

Livros no Ecrã | As hipóteses da estante

Abril com Livros no Ecrã

Livros no Ecrã | O início

Projecto de Abril... #livrosnoecra

 

E blogs das participantes:

http://menteliteraria.blogs.sapo.pt/

https://vicio-dos-livros.blogspot.pt/

http://baudatanocas.blogs.sapo.pt/ 

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por Daniela

Livros no Ecrã | O início

Segunda-feira, 03.04.17

Bem, Abril chegou e com ele chegou o projeto que anunciei no início do mês passado: Livros no Ecrã.

Decidi começar por ler A Revolta, porque já ando a adiar o filme há imenso tempo (já vi os outros).

Vou também ler O Jogador, de Fiódor Dostoiévski; O Diário da Nossa Paixão, de Nicholas Sparks e Veronika Decide Morrer, de Paulo Coelho. Caso consiga, pego ainda em A Rapariga que Roubava Livros, de Markus Zusak.

Tentei escolher livros pequenos para conseguir ler e ver mais, não sei se foi a melhor escolha mas vou dizendo como corre.

Podem ver o post da Sandra Santana, que também irá participar, aqui.

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por Daniela

Livros no Ecrã | As hipóteses da estante

Quinta-feira, 23.03.17

Olá!! Como informei aqui, em Abril vou seguir neste desafio de ler livros adaptados, ver o filme/série e comentar a minha opinião dos dois. Juntou-se a mim a Sandra do blog Vício dos Livros. Caso queiram também juntar-se a nós neste projeto, deixem-me um comentário.

Hoje venho mostrar os livros que tenho disponíveis na estante para este desafio, uma vez que não queria comprar mais livros.

Tenho por exemplo O Amor nos Tempos de Cólera, de Gabriel García Márquez, mas já li embora ainda não tenha visto o filme. Também li, este mês, Madame Bovary de Gustave Flaubert e em príncipio irei ver a adaptação e comentar.

Tirando estes e mais alguns que também já li, vou ler e ver alguns destes livros:

 

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A Rapariga que Roubava Livros, de Markus Zusak

O Jogador, de Fiódor Dostoievski

O Diário da Nossa Paixão, de Nicholas Sparks

O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde

O Conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas

Veronika Decide Morrer, de Paulo Coelho

A Revolta - Suzanne Collins

O Amante de Lady Chatterley, de D. H. Lawrence

Orlando, de Virginia Woolf

 

Estou inclinada para ler o de Paulo Coelho e o de Virginia Woolf. Em princípio também vou ler o último livro dos Jogos da Fome - também é o único dos filmes que ainda não vi. Talvez acabe também por ler Nicholas Sparks - pela primeira vez. No entanto, ainda não decidi e ainda devo ter mais livros que se adequem e que ainda não encontrei. Algum conselho?

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por Daniela



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