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BEDA #19: 5 livros da minha lista de livros que quero ler

Sábado, 19.08.17

Hoje trago-vos cinco livros que estão na minha lista de livros que quero muito ler. Ainda não tenho nenhum deles, mas espero que seja para breve.

 

O Senhor dos Anéis

É verdade, ainda não li esta trilogia. Vi os filmes uma vez, mas nunca dei lhes dei a devida importância. Quero comprar e ler os três livros, talvez seja durante o próximo ano.

 

O-Senhor-dos-Aneis-Vol-1.jpg

 

Sobre o livro: Em apreciação crítica à obra de Tolkien cuja edição portuguesa apresentamos, o Sunday Times escrevia que o mundo da língua inglesa se encontra dividido em duas partes: a daqueles que já leram O Senhor dos Anéis e a daqueles que o vão ler.
Não se enganava o crítico ao indicar assim que estamos perante uma obra de leitura obrigatória, que, sem qualquer sombra de exagero, se insere entre as mais notáveis criações literárias do nosso século. Situando-se na linha da criação fantástica em que a literatura inglesa é fértil (lembremos Jonathan Swift com As Viagens de Gulliver, lembremos Lewis Carrol com a sua Alice no País das Maravilhas), Tolkien oferece-nos uma obra verdadeiramente monumental, onde todo um mundo é criado de raíz, uma nova cosmogonia arquitectada por inteiro, uma irrupção de maravilhoso que é admirável jogo de criação pura. O sopro genial que perpassa na elaboração deste maravilhoso, traduzido sobretudo no realismo da narração, deixa no leitor o desejo irresistível de conhecer «esse» mundo que, como crianças, chegamos a acreditar que existe.
A Irmandade do Anel é o primeiro volume da trilogia O Senhor dos Anéis, em que se integram também As Duas Torres e O Regresso do Rei.
 

 

 

As Serviçais

Um livro que conquistou muitos leitores e sobre o qual tenho grande curiosidade.

 

 

Sobre o livro: Skeeter tem vinte e dois anos e acabou de regressar da universidade a Jackson, Mississippi. Mas estamos em 1962, e a sua mãe só irá descansar quando a filha tiver uma aliança no dedo.
Aibileen é uma criada negra, uma mulher sábia que viu crescer dezassete crianças. Quando o seu próprio filho morre num acidente, algo se quebra dentro dela. Minny, a melhor amiga de Aibileen, é provavelmente a mulher com a língua mais afiada do Mississippi. Cozinha divinamente, mas tem sérias dificuldades em manter o emprego… até ao momento em que encontra uma senhora nova na cidade.
Estas três personagens extraordinárias irão cruzar-se e iniciar um projecto que mudará a sua cidade e as vidas de todas as mulheres, criadas e senhoras, que habitam Jackson. São as suas vozes que nos contam esta história inesquecível cheia de humor, esperança e tristeza.
Uma história que conquistou a América e está a conquistar o mundo.

 

 

O Rapaz do Pijama às Riscas

Já vi o filme e se bem me lembro chorei. Muito emocionante mesmo. Quero muito ler o livro.

 

 

Sobre o livro: Bruno, de nove anos, nada sabe sobre a Solução Final e o Holocausto. Não tem consciência das terríveis crueldades que são infligidas pelo seu país a vários milhões de pessoas de outros países da Europa. Tudo o que ele sabe é que teve de se mudar de uma confortável mansão em Berlim para uma casa numa zona desértica, onde não há nada para fazer nem ninguém para brincar. Isto até ele conhecer Shmuel, um rapaz que vive do outro lado da vedação de arame que delimita a sua casa e que estranhamente, tal como todas as outras pessoas daquele lado, usa o que parece ser um pijama às riscas. 

 

 

A História de uma Serva

Uma distopia que me despertou a atenção assim que li a sinopse.

 

 

Sobre o livro: Uma visão marcante da nossa sociedade radicalmente transformada por uma revolução teocrática. A História de Uma Serva tornou-se um dos livros mais influentes e mais lidos do nosso tempo.

Extremistas religiosos de direita derrubaram o governo norte-americano e queimaram a Constituição. A América é agora Gileade, um estado policial e fundamentalista onde as mulheres férteis, conhecidas como Servas, são obrigadas a conceber filhos para a elite estéril. 
Defred é uma Serva na República de Gileade e acaba de ser transferida para a casa do enigmático Comandante e da sua ciumenta mulher. Pode ir uma vez por dia aos mercados, cujas tabuletas agora são imagens, porque as mulheres estão proibidas de ler. Tem de rezar para que o Comandante a engravide, já que, numa época de grande decréscimo do número de nascimentos, o valor de Defred reside na sua fertilidade, e o fracasso significa o exílio nas Colónias, perigosamente poluídas. Defred lembra-se de um tempo em que vivia com o marido e a filha e tinha um emprego, antes de perder tudo, incluindo o nome. Essas memórias misturam-se agora com ideias perigosas de rebelião e amor.

 

 

A Laranja Mecânica

Já tenho curiosidade em ler este livro há algum tempo. Ainda não surgiu a oportunidade, espero que esteja para breve.

 

 

Sobre o livro: Narrada pelo protagonista, o adolescente Alex, esta brilhante e perturbadora história cria uma sociedade futurista em que a violência atinge proporções gigantescas e provoca uma reposta igualmente agressiva de um governo totalitário. A estranha linguagem utilizada por Alex - soberbamente engendrada pelo autor - empresta uma dimensão quase lírica ao texto. Ao lado de "1984", de George Orwell, e "Admirável Mundo Novo", de Aldous Huxley, "Laranja Mecânica" é um dos ícones literários da alienação pós-industrial que caracterizou o século XX. Adaptado com maestria para o cinema em 1972 por Stanley Kubrick, é uma obra marcante: depois da sua leitura, você jamais será o mesmo.

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4 comentários

De Bárbara Ferreira a 19.08.2017 às 21:45

Destes, só não li "As Serviçais", no entanto os únicos com review no blog são a trilogia do Senhor dos Anéis. Sobre estes, devo dizer para teres paciência porque o primeiro livro podia ser quase um musical, é um misto de muito bom com chachada. O terceiro livro é brilhante e vale a pena lá chegar, no entanto.

Dos outros três, só não gostei do "Rapaz do pijama às riscas" porque me senti profundamente ofendida com o facto de o autor apresentar a narrativa como "uma fábula" (quando sabemos que o holocausto foi bem real) e com a ideia de um rapaz de 9 anos, filho de um grande chefe das SS, não saber o que era o Holocausto e o que se passava, que me parece simplesmente impossível... fora isso lê-se muito bem.

De Daniela a 20.08.2017 às 13:09

Não sabia que o autor tinha apresentado O Rapaz do Pijama às Riscas como uma fábula :/
Senhor dos Anéis, sinto mesmo que devo ler :)

De Bárbara Ferreira a 20.08.2017 às 14:34

É o subtítulo do livro: "The boy in the striped pajamas: a fable". E por um lado eu percebo que o subtítulo de fábula permite fazer desvios do real, como o Bruno não saber o que se passava do outro lado da cerca apesar do estatuto do seu pai, ou o outro menino (Shmuel?) conseguir sentar-se horas ali sem ser espancado até à morte pelos SS que estavam obviamente a controlar tudo. E claro que assim consegue por de parte a complexidade histórica e moral e ética do que o holocausto realmente foi, e eu percebo que a intenção seja boa, mas sinto que relativiza muito o horror que foi realmente vivido. É um apelo ao sentimento e à emoção que tira muita dignidade ao facto.
Posto isto, ressalvo: nunca vi o filme, estou a comentar somente o livro.

De Anónimo a 23.08.2017 às 17:22

De todos, só não gostei do Rapaz do Pijama às Riscas e da Laranja Mecânica. Os outros são muito bons!
Beijinhos e boas leituras

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