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Mente Literária

"A leitura é como uma droga que confere um adormecimento agradável aos contornos da crueldade da vida." Kertész , Imre.

Mente Literária

"A leitura é como uma droga que confere um adormecimento agradável aos contornos da crueldade da vida." Kertész , Imre.

A Filha do Papa, de Luís Miguel Rocha

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Pontuação: 4*

 

Terminei hoje o segundo livro escolhido para o projeto Ler os Nossos.

Este livro é um thriller que inicia quando Niklas, um jovem padre, é raptado, sendo deixado no local um pedido de resgate diferente do habitual e escrito num post-it. De seguida, vários personagens envolvidos em assuntos do Vaticano vão sendo assassinados, um de cada vez. Paralelamente, um jornalista do New York Times está a investigar um dos segredos guardados no Vaticano, tendo ido diretamente à "Toca do Lobo" pedir explicações e exclarecimentos, o que não abona a seu favor. A história principal desenvolve-se à volta do Papa Pio XII, e dos motivos que, segundo o autor, levaram à rejeição da sua beatificação.

Este foi o meu primeiro contacto com o autor e iniciei-o sem grandes expetativas, sendo que este não é dos meus géneros literários preferidos. No entanto, acabei por gostei do livro.

Entrar na história não é fácil, pois logo nos primeiros capítulos é-nos fornecida uma grande quantidade de informação e personagens. No entanto, assim que conseguimos assimilar todas estas novas informações, a história torna-se envolvente e viciante e a leitura bastante fácil e rápida.

A meio do livro a história torna-se mais parada e a expetativa por novos acontecimentos demora a ser saciada.

No entanto, o surpreendente final compensa sem dúvida este ponto, não estava à espera deste desfecho o que foi uma surpresa muito bem recebida.

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