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Sou o Número Quatro, de Pittacus Lore

Segunda-feira, 17.07.17

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Sou o Número Quatro é o primeiro livro de uma série entitulada Os Legados de Lorien, escrita por Pittacus Lore, um pseudónio dos escritores americanos Jobie Hughes e James Frey.

É um livro de ação e ficção científica, que fala sobre um tema que nunca tinha lido: extra-terrestres. Esteve no top de vendas dos EUA durante 18 semanas seguidas e foi a base para um filme que não chegou a ter muito sucesso.

John Smith é o número quatro dos nove lorianos que escaparam do seu planeta - Lorien - quando este se encontrava sob o ataque do vizinho Magadore. Estes nove jovens, juntamente com os seus guardiãos, refugiaram-se no planeta Terra, e estão protegidos por um encantamente que apenas permite que os mogadorianos os eliminem segundo a ordem estabelecida. Três deles já foram descobertos e neste livro conhecemos a perspetiva daquele que é o número quatro.

É um livro cheio de ação e reviravoltas e ainda com um espaço destinado ao amor jovem. A escrita é clara e direta, lê-se muito bem e esperamos sempre pelo que vem a seguir. O final é aberto claro, a convidar a leitura do segundo volume.

 

Adaptação cinematográfica

Em relação ao filme, vi-o algum tempo depois de ler o livro. A ação desenrola-se muito rapidamente, talvez até demais, e muitas das cenas do livro foram condensadas naquela hora e meia. Não se percebe bem de onde surgem os acontecimentos e, ao contrário do livro, não temos nada que nos explique o que vai acontecendo. Não gostei tanto.

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Compaixão, de Jodi Picoult

Terça-feira, 11.07.17

"Se o amor da sua vida lhe pedisse ajuda para morrer, que faria? Quando é que o amor ultrapassa os limites da obrigação moral? E o que é que significa amar verdadeiramente alguém?"

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ATENÇÃO: Alguns spoilers.

 

Este foi o segundo livro que li da autora e o primeiro livro do projeto Um ano com a Jodi, organizado pela Dora, pela Elisa e pela Isaura. Como já é normal na autora, ela traz-nos mais um tema controverso. 

Jamie MacDonald sufoca a sua mulher, Maggie, com uma almofada e apresenta-se na polícia. Maggie sofria de uma doença prolongada e não tinha qualquer tipo de esperança em recuperar.

A premissa do livro é muito interessante, e faz-nos pensar num tema que divide muitas opiniões: a Eutanásia. A Eutanásia é o ato de tirar a vida a alguém que sofre de uma doença incurável, e este livro leva-nos a pensar se esta será uma morte cruel ou um ato de compaixão, e questiona aquilo que é moralmente correto.

Por estas razões o livro torna-se interessante nos primeiros capítulos, quando queremos ver este tema mais explorado. No entanto, à medida que a leitura vai avançando, esse interesse vai-se perdendo cada vez mais. A premissa do livro, que sugere uma exploração entre a crueldade e a compaixão de se praticar a eutanásia, vai-se perdendo à medida que as páginas vão passando.

O tema promissor que a capa do livro nos promete perde-se pelo caminho e passa a ser um livro de reflexão sobre o amor, as formas de amar e o "70-30", que representam "alguém que ama e alguém que se deixa amar". 

Allie e Cam são um casal que também tem uma presença muito acentuada no livro. Namorados desde o liceu, ou lá perto, casados há anos, felizes? talvez. Depois aparece Mia, a assistente de Allie que vai acabar por encadear Cam.

Talvez o objetivo da autora fosse comparar o casamento de Jamie e Maggie que tinha tudo para ser perfeito e acabou depressa demais, com o casamento cheio de problemas de Cam e Allie, que apesar de tudo continua. Dois temas com tanto para escrever não poderiam ser encaixados no mesmo livro. Eutanásia e Adultério. Penso que daria um livro muito melhor se a autora se focasse apenas no primeiro.

Não simpatizei com nenhuma das personagens, um Cam antiquado onde tudo tem de ser como ele quer, uma Mia que não sabe bem o que quer, uma Allie completamente cega que não vê o que está mesmo à frente dos olhos dela. Quase no final, a Allie parece que se revolta, que pensa nela e por ela, no que ela quer e não no que ele quer, mas passado uns dias tudo volta atrás. Foi uma desilusão no meio daquela última réstia de esperança.

A escrita da autora é muito fluída e fácil de ler, no entanto existem algumas partes que a tornam aborrecida, como é exemplo a quantidade de vezes que são referidas as tradições da Escócia, que acabam por não interessar nada para a história, ou a excessiva referência às flores e àquilo que representa cada uma.

O final é onde a ação se torna mais dinâmica, no entanto acho que acaba por ser demasiado rápido.

Não me marcou. Não recomendo.

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A ler...

Quinta-feira, 06.07.17

O Luto de Elias Gro

 

Autor: João Tordo

Editora: Companhia das Letras

Data de Publicação: Abril de 2015

Nº de Páginas: 328

 

Numa pequena ilha perdida no Atlântico, um homem procura a solidão e o esquecimento, mas acaba por encontrar muito mais. 
A ilha alberga criaturas singulares: um padre sonhador, de nome Elias Gro; uma menina de onze anos perita em anatomia; Alma, uma senhora com um coração maior do que a ilha; Norbert, um velho louco que tem por hábito vaguear na noite; e o fantasma de um escritor, cuja casa foi engolida pelo mar. 
O narrador, lacerado pelo passado, luta com os seus demónios no local que escolheu para se isolar: um farol abandonado, à mercê dos caprichos da natureza - e dos outros habitantes da ilha. Com o vagar com que mudam as estações, o homem vai, passo a passo, emergindo do seu esconderijo, fazendo o seu luto, e descobrindo, numa travessia de alegria e dor, a medida certa do amor. 
O luto de Elias Gro é o romance mais atmosférico e intimista de João Tordo, um mergulho na alma humana, no que ela tem de mais obscuro e luminoso.

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Para a Minha Irmã

 

Autora: Jodi Picoult

Tradutora: Ana Figueira

Editora: Civilização Editora

Data de Publicação: Novembro de 2005

Nº de Páginas: 407

 

Anna não está doente, mas bem poderia estar. Aos treze anos de idade já passou por varias operações, transfusões e injecções para ajudar a irmã, Kate, que sofre de leucemia. Anna nasceu com esta finalidade, disseram-lhe os pais, e é por isso que eles a amam ainda mais. 
Mas agora ela não pode deixar de se questionar sobre como seria a vida dela se não estivesse presa à irmã... e toma uma decisão que, para a maioria das pessoas da sua idade, seria quase impensável.

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TBR | Julho

Quarta-feira, 05.07.17

Em Julho espero ler cinco livros.

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Terminar de ler O Enígma das Cartas Anónimas, que comecei em Junho. Estou no início ainda e estou a gostar, embora ainda não tenha acontecido grande coisa. Já tinha saudades de ler Agatha.

 

Vou ler o livro Para a Minha Irmã, da Jodi Picoult, para o projeto Um ano com a Jodi. A primeira leitura deste projeto não foi muito agradável, espero que esta seja melhor. Pelo que já li sobre o livro, é um dos melhores dela.

 

O Luto de Elias Gro, uma recomendação da Carolina que já comecei a ler e até agora estou a gostar.Na próxima sexta-feira, vai haver um evento para apresentar o terceiro volume desta trilogia cá em Leiria. Eu vou tentar ir.

 

Quero ler O Terceiro Gémeo, de Ken Follet, que já transitou da TBR do mês passado. Nunca li nada dele, espero que seja uma boa primeira escolha.

 

Por fim, Oníria da Joana Santos Silva, um livro de poesias com uma capa linda. Vamos ver se gosto.

 

E vocês, o que vão ler em Julho?

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De Mês a Mês | Junho

Segunda-feira, 03.07.17

No passado mês de Junho estive em contacto com cinco livros.

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O Artesão, um romance da autora portuguesa Catarina Antunes, uma leitura em parceria com a Capital Books que já tinha começado em Maio.

Sou o Número Quatro, um livro dos escritores americanos James Frey e Jobie Hughes que assinam sob o pseudónio Pittacus Lore nesta série. Um livro que comecei também em Maio.

Compaixão, da norte-americana Jodi Picoult, uma leitura conjunta para o projeto Um ano com a Jodi.

O Rouxinol, da também americana Kristin Hannah, a melhor leitura do mês. Quero conhecer outros livros dela, embora tenha receio de me dececionar.

O Enígma das Cartas Anónimas, da rainha do crime, a britanica Agatha Christie, que comecei já no final do mês e que transitou para Julho.

 

A TBR de Junho não correu mal. Faltou-me terminar o livro da Agatha e ler O Terceiro Gémeo, de Ken Follet, que transitou também para Julho.

 

Em questão de livros novos, sete livros novos de juntaram à minha estante. Estou ainda à espera que chegue outro, mas não chegou em Junho.

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Fui à feira do livro no dia 4 de Junho, onde ocorreu o 2º encontro do Clube dos Clássicos Vivos. A Cláudia levou três livrinhos para sortear pelos membros e parece que foi o meu dia de sorte: saiu o meu nome no livro Mulherzinhas, de Louisa May Alcott, um livro que já andava para comprar há algum tempo.

Ainda da feira do livro trouxe para casa dois livros: O Velho e o Mar, de Ernest Hemingway, e Pela Estrada Fora, de Jack Kerouac. 

Pedi à Carolina para me comprar O Principezinho, quando esteve em livro do dia, num dia da feira que eu não podia ir.

Para a leitura conjunta de Julho do projeto 1 ano com a Jodi, comprei em segunda mão o livro Para a Minha Irmã.

Comprei também o livro O Vermelho e o Negro, de Stendhal, para a próxima leitura do Clube dos Clássicos Vivos.

Recebi ainda, da Chiado Editora, Oníria, da protuguesa Joana Santos Silva.

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