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A ler...

Quinta-feira, 29.06.17

 

Autora: Agatha Christie

Editora: Edições ASA

Tradutora: Arminda Pereira

Data de Publicação: Abril de 2001

Nº de Páginas: 192

 

Após um acidente grave, Jerry Burton escolhe a aldeia de Lymstock para convalescer sob os cuidados da irmã, Joanna. Mas a tranquilidade da aldeia vai ser abalada por uma sucessão de cartas anónimas. Afinal, em Lymstock a calma é apenas aparente – a povoação está cheia de intrigas e mistérios – e o caso das cartas, inicialmente pouco perturbador, acaba por assumir contornos de tragédia quando uma das destinatárias aparentemente se suicida. E enquanto o caos, o pânico e a desconfiança se instalam, surge a dúvida: estarão os habitantes a ser vítimas de um psicopata ou de si próprios, dos seus segredos, erros e pequenas infâmias, cuidadosamente guardados ao longo dos anos? A ajuda chegará de onde menos se espera: de uma velha senhora, de visita à aldeia e hospedada em caso do vigário. Nem mais nem menos que Miss Jane Marple.

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O Artesão, de Carla Antunes

Segunda-feira, 26.06.17

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Este livro foi publicado em Março deste ano, com uma capa linda, e foi o livro de estreia da autora.

Como pano de fundo temos a Serra da Estrela e acompanhamos de perto a vida de uma vila pacata, escondida no meio da Serra, sem telefones, que se isola no Inverno quando a neve tapa todos os acessos.

A personagem principal é Nina, que vive no Covão, longe da aldeia. Nina foi abandonada em bebé à porta da igreja, até Sam a ir buscar e passar a tomar conta dela. A relação deles nunca foi fácil, no entanto, já em adulta, Nina prescinde das várias coisas associadas à juventude para tomar conta dele.

Gostei de ler este livro, houve com certeza ideias que poderiam ter sido mais trabalhadas, mas para um primeiro livro está muito bem, ainda por cima de uma autora portuguesa.

A história agarrou-me depois de alguns capítulos, quando a ação começou e a história ganhou formas. Houve várias reviravoltas e queria sempre saber o que iria acontecer a seguir, como as personagens iriam reagir ou como a história se iria desenrolar.

O ponto negativo é o facto de carecer de alguma revisão, houve certas alturas em que as frases não faziam sentido e isso é algo que pode ser facilmente evitado. 

O final não é atribulado, é calmo e reconfortante. Terminou pacificamente, como eu achei que iria terminar, é intuitivo mas isso não o torna frustrante. Neste livro, era assim que tinha de ser. A ação está no decorrer do livro.

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Breakfast at Tiffany's (Boneca de Luxo), de Truman Capote

Quinta-feira, 22.06.17

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Esta foi uma leitura para o Clube dos Clássicos Vivos. Foi um livro falado e debatido num encontro na feira do livro, mas infelizmente não consegui acompanhar a maior parte da discussão.

Tomar o pequeno-almoço na famosa Tiffany & Co era um dos sonhos da nossa protagonista, Holly Golightly, uma jovem atriz com um passado sofrido que foge para Nova Iorque e passa a viver uma vida de luxo.

 

"Nunca me vou habituar a nada, e quem se habituar mais vale estar morto."

 

Louca, ingénua, sedutora, vulnerável ou inconsequente são alguns dos adjetivos que caracterizam Holly, uma mulher que vive rodeada de gente mas que foge das verdadeiras amizades. Joe, o dono de um bar onde Holly costumava ir, e nosso narrador são os únicos que parecem preocupar-se com a jovem, ao contrário de todos os outros nova-iorquinos que apenas querem relações fúteis e curtas.

Holly é um "animal selvagem" que não se prende a ninguém e que anda continuamente "em viagem" à procura do seu sítio, da sua casa, que provavelmente nunca irá encontrar.

 

"Mas não podemos confiar o coração a um animall selvagem: quanto mais lhe damos, mais forte fica até ter força suficiente para largar a correr para a floresta. Ou voar para uma árvore. E depois para uma árvore mais alta. E depois para o céu."

 

Todos os seus pertences estão arrumados em caixas espalhadas pela casa, criando uma sensação de solidão permanente em torno da personagem.

 

"Eu não quero ter nada até saber que encontrei um sítio onde eu e as coisas nos completamos. Ainda não sei muito bem quando é que isso será. Mas sei como vai ser. (...) Como o Tiffany´s."

 

Muita gente viu representado neste livro, através da personagem Holly, a prostituição no século XIX, embora eu não possa dizer que tenha sentido isso. 

Este livro não tem uma história marcante, mas sim personagens marcantes. O que nos prende a atenção e o que nos faz querer continuar a ler é esta personagem maravilhosa criada por Capote com grande mestria. Holly Golighly é o livro. Um livro curtinho, e que no final nos deixa a querer ler mais, mas um ótimo livro. 

A escrita é muito limpa, objetiva e fácil de acompanhar. Muito simples, mas de uma forma que nos encadeia e prende.

Depois de ler o livro, decidi ver o filme. Não esperem que seja como o livro, porque não é. É baseado no livro sim, mas as diferenças são enormes. Gostei do filme também, embora tenha de ser visto fora do contexto do livro para se poder aproveitar. A personagem principal é mais doce e deixa-se levar mais facilmente pelas pessoas do que no livro. O nosso narrador ganha nome: Paul. É diferente, mas é bom e gostei da atriz Audrey no papel de Holly.

 

 

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A ler...

Domingo, 18.06.17

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Autor: Kristin Hannah

Editora: Bertrand Editores

Tradutora: Marta Pinho

Data de Publicação: Julho de 2016

Nº de Páginas: 504

 

Na tranquila vila de Carriveau, Vianne despede-se do marido, Antoine, que parte para a frente da batalha. Ela não acredita que os nazis vão invadir a França… mas é isso mesmo que fazem, em batalhões de soldados em marcha, em caravanas de camiões e tanques, em aviões que enchem os céus e largam as suas bombas por cima dos inocentes. Quando um capitão alemão reclama a casa de Vianne, ela e a filha passam a ter de viver com o inimigo, sob risco de virem a perder tudo o que têm. Sem comida, dinheiro ou esperança, e à medida que a escalada de perigo as cerca cada vez mais, é obrigada a tomar decisões impossíveis, uma atrás da outra, de forma a manter a família viva. Isabelle, a irmã de Vianne, é uma rebelde de dezoito anos, que procura um objetivo de vida com toda a paixão e ousadia da juventude.
Enquanto milhares de parisienses marcham para os horrores desconhecidos da guerra, ela conhece Gäetan, um partisan convicto de que a França é capaz de derrotar os nazis a partir do interior. Isabelle apaixona-se como só acontece aos jovens… perdidamente. Mas quando ele a trai, ela junta-se à Resistência e nunca olha para trás, arriscando vezes sem conta a própria vida para salvar a dos outros. Com coragem, graça e uma grande humanidade, a autora best-seller Kristin Hannah capta na perfeição o panorama épico da Segunda Guerra Mundial e faz incidir o seu foco numa parte íntima da história que raramente é vista: a guerra das mulheres.
O Rouxinol narra a história de duas irmãs separadas pelos anos e pela experiência, pelos ideais, pela paixão e pelas circunstâncias, cada uma seguindo o seu próprio caminho arriscado em busca da sobrevivência, do amor e da liberdade numa França ocupada pelos alemães e arrasada pela guerra. Um romance muito belo e comovente que celebra a resistência do espírito humano e em particular no feminino. Um romance de uma vida, para todos.

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História da Menina Perdida, de Elena Ferrante

Terça-feira, 13.06.17

"Esta manhã ponho o cansaço de lado e sento-me de novo à secretária. Agora que estou perto do ponto mais doloroso da nossa história, quero procurar na página um equilíbrio entre mim e ela que não consegui encontrar na vida, nem tão-pouco entre mim e mim." 

 

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O quarto livro da tetralogia napolitana. Acabou. Cheguei ao fim desta série maravilhosa e senti a mágoa da separação. Este livro foi vencedor do Prémio Livro do Ano Bertrand, que distingue “uma obra em prosa, seja romance, conto ou novela, editada no nosso país ao longo do último ano” e contou com mais de 20 mil votos. Não estou surpreendida.

O terceiro volume terminou com um dilema a decorrer na cabeça de Lenú e dava já para antecipar algumas das tragédias que o último volume iria trazer. 

Um dos muitos temas que a série aborda, os limites entre todos os 'cargos' que a mulher ocupa como esposa, trabalhadora, amante ou mãe, continua neste volume e as dificuldades de Lenú em conjugar todos eles são muito evidentes.

Há medida que o tempo vai avançando também nos damos conta de como se alterou a forma como são vistas as mulheres. Lenú representa uma mulher mais reprimida, que apesar de defender o feminismo não o aplica, continuando submissa à imagem de um homem, não se sente confiante com o que vai conquistando. E depois as suas filhas, muito mais confortáveis com o mundo em que vivem e muito mais seguras de si.

Lila é uma mulher forte, que se consegue adaptar, vencer e tornar-se numa pessoa importante sem nunca sair do seu bairro. A sua história não é bonita e envolve muito sofrimento, que sentimos juntamente com ela.

Neste livro também sentimos muito de perto a perda e a morte. As pessoas envelhecem, adoecem e existem vários momentos de sofrimento e tristeza ao longo do livro. Somos obrigados a dizer adeus a várias personagens.

No final, tudo voltou ao início, recomeçou, não foi um final fechado, muitas pontas foram deixadas em aberto por esta autora que se tornou a preferida de muita gente, incluindo eu própria.

Irei certamente ler mais livros dela, e em breve. Esta foi uma série maravilhosa, que todos deveriam ler e que espero um dia reler.

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A ler...

Quinta-feira, 08.06.17

 

Autor: Jodi Picoult

Editora: Civilização Editora

Tradução: Ana Figueira

Data de Publicação: Abril de 2010

Nº de Páginas: 406

 

Se o amor da sua vida lhe pedisse ajuda para morrer, que faria?

 

O comandante da polícia de uma pequena cidade de Massachusetts, Cameron McDonald, faz a detenção mais difícil da sua vida quando o seu primo Jamie lhe confessa ter matado a mulher, que sofria de uma doença terminal, por compaixão. Agora, um intenso julgamento por homicídio coloca a cidade em alvoroço e vem perturbar um casamento estável: Cameron, colaborando na acusação contra Jamie, vê-se, de repente, em confronto com a sua mulher, Allie – fascinada pela ideia de um homem amar tanto a mulher a ponto de lhe conceder todos os desejos, até mesmo o de acabar com a vida dela. E quando uma atracção inexplicável leva a uma traição chocante, Allie vê-se confrontada com as questões sentimentais mais difíceis: quando é que o amor ultrapassa os limites da obrigação moral? e o que é que significa amar verdadeiramente alguém?

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TBR | Junho

Terça-feira, 06.06.17

Terminei a minha lista de leituras previstas para Junho. Em princípio irei ler quatro livros e terminar outros dois que comecei em Maio.

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Irei terminar os livros O Artesão e Sou o Número 4, que comecei no mês anterior.

Vou ler o livro Compaixão numa leitura conjunta criada pela Elisa, a Dora e a Isaura.

Escolhi também o livro O Enígma das Cartas Anónimas para voltar a ler Agatha. 

Ken Follet, com o livro O Terceiro Gémeo, vai ser a primeira vez, é verdade.

Adicionei ainda à lista o livro O Rouxinol, oferecido no primeiro encontro do clube pela Cláudia.

 

Acho que vai ser um bom mês. E vocês, já sabem o que vão ler este mês?

Já leram algum destes? Contem-me tudo!

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2º encontro do Clube dos Clássicos Vivos

Segunda-feira, 05.06.17

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Foi ontem, na Feira do Livro de Lisboa, logo de manhã.

Começámos por falar da nossa última leitura para o Clube, A Boneca de Luxo. Não cheguei a tempo de ouvir a discussão toda mas mesmo assim foi ótimo. Muitas pessoas compareceram e foi muito bom ver tanta gente com este interesse pelos clássicos.

Houve um sorteio de três livrinhos e um deles veio parar às minhas mãos, fiquei muito contente, ainda por cima era um livro que já andava para comprar há algum tempo.

Depois da conversa fomos passear pela Feira e acabei por comprar mais dois livros. Foi um ótimo dia, passado em boa companhia, que venham mais encontros destes.

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De Mês a Mês | Maio

Sábado, 03.06.17

O mês de Maio terminou e posso dizer que foi um bom mês.

Trouxe-me dois livrinhos novos, um físico para o Clube dos Clássicos Vivos e um ebook.

A minha TBR de Maio não correu mal, li quase todos od livros a que me propus.

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Li quatro livros:

Orlando, de Virginia Woolf

Tudo, tudo e Nós, de Nicola Yoon

História da Menina Perdida, de Elena Ferrante

A Boneca de Luxo, de Truman Capote

 

Leituras em andamento:

Sou o Número 4, de Pittacus Lore

O Artesão, de Carla Antunes

 

Os livros preferidos deste mês foram História da Menina Perdida e Tudo, Tudo e Nós

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