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Compaixão, de Jodi Picoult

Terça-feira, 11.07.17

"Se o amor da sua vida lhe pedisse ajuda para morrer, que faria? Quando é que o amor ultrapassa os limites da obrigação moral? E o que é que significa amar verdadeiramente alguém?"

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ATENÇÃO: Alguns spoilers.

 

Este foi o segundo livro que li da autora e o primeiro livro do projeto Um ano com a Jodi, organizado pela Dora, pela Elisa e pela Isaura. Como já é normal na autora, ela traz-nos mais um tema controverso. 

Jamie MacDonald sufoca a sua mulher, Maggie, com uma almofada e apresenta-se na polícia. Maggie sofria de uma doença prolongada e não tinha qualquer tipo de esperança em recuperar.

A premissa do livro é muito interessante, e faz-nos pensar num tema que divide muitas opiniões: a Eutanásia. A Eutanásia é o ato de tirar a vida a alguém que sofre de uma doença incurável, e este livro leva-nos a pensar se esta será uma morte cruel ou um ato de compaixão, e questiona aquilo que é moralmente correto.

Por estas razões o livro torna-se interessante nos primeiros capítulos, quando queremos ver este tema mais explorado. No entanto, à medida que a leitura vai avançando, esse interesse vai-se perdendo cada vez mais. A premissa do livro, que sugere uma exploração entre a crueldade e a compaixão de se praticar a eutanásia, vai-se perdendo à medida que as páginas vão passando.

O tema promissor que a capa do livro nos promete perde-se pelo caminho e passa a ser um livro de reflexão sobre o amor, as formas de amar e o "70-30", que representam "alguém que ama e alguém que se deixa amar". 

Allie e Cam são um casal que também tem uma presença muito acentuada no livro. Namorados desde o liceu, ou lá perto, casados há anos, felizes? talvez. Depois aparece Mia, a assistente de Allie que vai acabar por encadear Cam.

Talvez o objetivo da autora fosse comparar o casamento de Jamie e Maggie que tinha tudo para ser perfeito e acabou depressa demais, com o casamento cheio de problemas de Cam e Allie, que apesar de tudo continua. Dois temas com tanto para escrever não poderiam ser encaixados no mesmo livro. Eutanásia e Adultério. Penso que daria um livro muito melhor se a autora se focasse apenas no primeiro.

Não simpatizei com nenhuma das personagens, um Cam antiquado onde tudo tem de ser como ele quer, uma Mia que não sabe bem o que quer, uma Allie completamente cega que não vê o que está mesmo à frente dos olhos dela. Quase no final, a Allie parece que se revolta, que pensa nela e por ela, no que ela quer e não no que ele quer, mas passado uns dias tudo volta atrás. Foi uma desilusão no meio daquela última réstia de esperança.

A escrita da autora é muito fluída e fácil de ler, no entanto existem algumas partes que a tornam aborrecida, como é exemplo a quantidade de vezes que são referidas as tradições da Escócia, que acabam por não interessar nada para a história, ou a excessiva referência às flores e àquilo que representa cada uma.

O final é onde a ação se torna mais dinâmica, no entanto acho que acaba por ser demasiado rápido.

Não me marcou. Não recomendo.

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por Daniela

A ler...

Quinta-feira, 06.07.17

O Luto de Elias Gro

 

Autor: João Tordo

Editora: Companhia das Letras

Data de Publicação: Abril de 2015

Nº de Páginas: 328

 

Numa pequena ilha perdida no Atlântico, um homem procura a solidão e o esquecimento, mas acaba por encontrar muito mais. 
A ilha alberga criaturas singulares: um padre sonhador, de nome Elias Gro; uma menina de onze anos perita em anatomia; Alma, uma senhora com um coração maior do que a ilha; Norbert, um velho louco que tem por hábito vaguear na noite; e o fantasma de um escritor, cuja casa foi engolida pelo mar. 
O narrador, lacerado pelo passado, luta com os seus demónios no local que escolheu para se isolar: um farol abandonado, à mercê dos caprichos da natureza - e dos outros habitantes da ilha. Com o vagar com que mudam as estações, o homem vai, passo a passo, emergindo do seu esconderijo, fazendo o seu luto, e descobrindo, numa travessia de alegria e dor, a medida certa do amor. 
O luto de Elias Gro é o romance mais atmosférico e intimista de João Tordo, um mergulho na alma humana, no que ela tem de mais obscuro e luminoso.

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Para a Minha Irmã

 

Autora: Jodi Picoult

Tradutora: Ana Figueira

Editora: Civilização Editora

Data de Publicação: Novembro de 2005

Nº de Páginas: 407

 

Anna não está doente, mas bem poderia estar. Aos treze anos de idade já passou por varias operações, transfusões e injecções para ajudar a irmã, Kate, que sofre de leucemia. Anna nasceu com esta finalidade, disseram-lhe os pais, e é por isso que eles a amam ainda mais. 
Mas agora ela não pode deixar de se questionar sobre como seria a vida dela se não estivesse presa à irmã... e toma uma decisão que, para a maioria das pessoas da sua idade, seria quase impensável.

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por Daniela

TBR | Julho

Quarta-feira, 05.07.17

Em Julho espero ler cinco livros.

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Terminar de ler O Enígma das Cartas Anónimas, que comecei em Junho. Estou no início ainda e estou a gostar, embora ainda não tenha acontecido grande coisa. Já tinha saudades de ler Agatha.

 

Vou ler o livro Para a Minha Irmã, da Jodi Picoult, para o projeto Um ano com a Jodi. A primeira leitura deste projeto não foi muito agradável, espero que esta seja melhor. Pelo que já li sobre o livro, é um dos melhores dela.

 

O Luto de Elias Gro, uma recomendação da Carolina que já comecei a ler e até agora estou a gostar.Na próxima sexta-feira, vai haver um evento para apresentar o terceiro volume desta trilogia cá em Leiria. Eu vou tentar ir.

 

Quero ler O Terceiro Gémeo, de Ken Follet, que já transitou da TBR do mês passado. Nunca li nada dele, espero que seja uma boa primeira escolha.

 

Por fim, Oníria da Joana Santos Silva, um livro de poesias com uma capa linda. Vamos ver se gosto.

 

E vocês, o que vão ler em Julho?

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por Daniela

De Mês a Mês | Junho

Segunda-feira, 03.07.17

No passado mês de Junho estive em contacto com cinco livros.

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O Artesão, um romance da autora portuguesa Catarina Antunes, uma leitura em parceria com a Capital Books que já tinha começado em Maio.

Sou o Número Quatro, um livro dos escritores americanos James Frey e Jobie Hughes que assinam sob o pseudónio Pittacus Lore nesta série. Um livro que comecei também em Maio.

Compaixão, da norte-americana Jodi Picoult, uma leitura conjunta para o projeto Um ano com a Jodi.

O Rouxinol, da também americana Kristin Hannah, a melhor leitura do mês. Quero conhecer outros livros dela, embora tenha receio de me dececionar.

O Enígma das Cartas Anónimas, da rainha do crime, a britanica Agatha Christie, que comecei já no final do mês e que transitou para Julho.

 

A TBR de Junho não correu mal. Faltou-me terminar o livro da Agatha e ler O Terceiro Gémeo, de Ken Follet, que transitou também para Julho.

 

Em questão de livros novos, sete livros novos de juntaram à minha estante. Estou ainda à espera que chegue outro, mas não chegou em Junho.

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Fui à feira do livro no dia 4 de Junho, onde ocorreu o 2º encontro do Clube dos Clássicos Vivos. A Cláudia levou três livrinhos para sortear pelos membros e parece que foi o meu dia de sorte: saiu o meu nome no livro Mulherzinhas, de Louisa May Alcott, um livro que já andava para comprar há algum tempo.

Ainda da feira do livro trouxe para casa dois livros: O Velho e o Mar, de Ernest Hemingway, e Pela Estrada Fora, de Jack Kerouac. 

Pedi à Carolina para me comprar O Principezinho, quando esteve em livro do dia, num dia da feira que eu não podia ir.

Para a leitura conjunta de Julho do projeto 1 ano com a Jodi, comprei em segunda mão o livro Para a Minha Irmã.

Comprei também o livro O Vermelho e o Negro, de Stendhal, para a próxima leitura do Clube dos Clássicos Vivos.

Recebi ainda, da Chiado Editora, Oníria, da protuguesa Joana Santos Silva.

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por Daniela

A ler...

Quinta-feira, 29.06.17

 

Autora: Agatha Christie

Editora: Edições ASA

Tradutora: Arminda Pereira

Data de Publicação: Abril de 2001

Nº de Páginas: 192

 

Após um acidente grave, Jerry Burton escolhe a aldeia de Lymstock para convalescer sob os cuidados da irmã, Joanna. Mas a tranquilidade da aldeia vai ser abalada por uma sucessão de cartas anónimas. Afinal, em Lymstock a calma é apenas aparente – a povoação está cheia de intrigas e mistérios – e o caso das cartas, inicialmente pouco perturbador, acaba por assumir contornos de tragédia quando uma das destinatárias aparentemente se suicida. E enquanto o caos, o pânico e a desconfiança se instalam, surge a dúvida: estarão os habitantes a ser vítimas de um psicopata ou de si próprios, dos seus segredos, erros e pequenas infâmias, cuidadosamente guardados ao longo dos anos? A ajuda chegará de onde menos se espera: de uma velha senhora, de visita à aldeia e hospedada em caso do vigário. Nem mais nem menos que Miss Jane Marple.

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por Daniela

O Artesão, de Carla Antunes

Segunda-feira, 26.06.17

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Este livro foi publicado em Março deste ano, com uma capa linda, e foi o livro de estreia da autora.

Como pano de fundo temos a Serra da Estrela e acompanhamos de perto a vida de uma vila pacata, escondida no meio da Serra, sem telefones, que se isola no Inverno quando a neve tapa todos os acessos.

A personagem principal é Nina, que vive no Covão, longe da aldeia. Nina foi abandonada em bebé à porta da igreja, até Sam a ir buscar e passar a tomar conta dela. A relação deles nunca foi fácil, no entanto, já em adulta, Nina prescinde das várias coisas associadas à juventude para tomar conta dele.

Gostei de ler este livro, houve com certeza ideias que poderiam ter sido mais trabalhadas, mas para um primeiro livro está muito bem, ainda por cima de uma autora portuguesa.

A história agarrou-me depois de alguns capítulos, quando a ação começou e a história ganhou formas. Houve várias reviravoltas e queria sempre saber o que iria acontecer a seguir, como as personagens iriam reagir ou como a história se iria desenrolar.

O ponto negativo é o facto de carecer de alguma revisão, houve certas alturas em que as frases não faziam sentido e isso é algo que pode ser facilmente evitado. 

O final não é atribulado, é calmo e reconfortante. Terminou pacificamente, como eu achei que iria terminar, é intuitivo mas isso não o torna frustrante. Neste livro, era assim que tinha de ser. A ação está no decorrer do livro.

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por Daniela

Breakfast at Tiffany's (Boneca de Luxo), de Truman Capote

Quinta-feira, 22.06.17

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Esta foi uma leitura para o Clube dos Clássicos Vivos. Foi um livro falado e debatido num encontro na feira do livro, mas infelizmente não consegui acompanhar a maior parte da discussão.

Tomar o pequeno-almoço na famosa Tiffany & Co era um dos sonhos da nossa protagonista, Holly Golightly, uma jovem atriz com um passado sofrido que foge para Nova Iorque e passa a viver uma vida de luxo.

 

"Nunca me vou habituar a nada, e quem se habituar mais vale estar morto."

 

Louca, ingénua, sedutora, vulnerável ou inconsequente são alguns dos adjetivos que caracterizam Holly, uma mulher que vive rodeada de gente mas que foge das verdadeiras amizades. Joe, o dono de um bar onde Holly costumava ir, e nosso narrador são os únicos que parecem preocupar-se com a jovem, ao contrário de todos os outros nova-iorquinos que apenas querem relações fúteis e curtas.

Holly é um "animal selvagem" que não se prende a ninguém e que anda continuamente "em viagem" à procura do seu sítio, da sua casa, que provavelmente nunca irá encontrar.

 

"Mas não podemos confiar o coração a um animall selvagem: quanto mais lhe damos, mais forte fica até ter força suficiente para largar a correr para a floresta. Ou voar para uma árvore. E depois para uma árvore mais alta. E depois para o céu."

 

Todos os seus pertences estão arrumados em caixas espalhadas pela casa, criando uma sensação de solidão permanente em torno da personagem.

 

"Eu não quero ter nada até saber que encontrei um sítio onde eu e as coisas nos completamos. Ainda não sei muito bem quando é que isso será. Mas sei como vai ser. (...) Como o Tiffany´s."

 

Muita gente viu representado neste livro, através da personagem Holly, a prostituição no século XIX, embora eu não possa dizer que tenha sentido isso. 

Este livro não tem uma história marcante, mas sim personagens marcantes. O que nos prende a atenção e o que nos faz querer continuar a ler é esta personagem maravilhosa criada por Capote com grande mestria. Holly Golighly é o livro. Um livro curtinho, e que no final nos deixa a querer ler mais, mas um ótimo livro. 

A escrita é muito limpa, objetiva e fácil de acompanhar. Muito simples, mas de uma forma que nos encadeia e prende.

Depois de ler o livro, decidi ver o filme. Não esperem que seja como o livro, porque não é. É baseado no livro sim, mas as diferenças são enormes. Gostei do filme também, embora tenha de ser visto fora do contexto do livro para se poder aproveitar. A personagem principal é mais doce e deixa-se levar mais facilmente pelas pessoas do que no livro. O nosso narrador ganha nome: Paul. É diferente, mas é bom e gostei da atriz Audrey no papel de Holly.

 

 

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por Daniela

A ler...

Domingo, 18.06.17

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Autor: Kristin Hannah

Editora: Bertrand Editores

Tradutora: Marta Pinho

Data de Publicação: Julho de 2016

Nº de Páginas: 504

 

Na tranquila vila de Carriveau, Vianne despede-se do marido, Antoine, que parte para a frente da batalha. Ela não acredita que os nazis vão invadir a França… mas é isso mesmo que fazem, em batalhões de soldados em marcha, em caravanas de camiões e tanques, em aviões que enchem os céus e largam as suas bombas por cima dos inocentes. Quando um capitão alemão reclama a casa de Vianne, ela e a filha passam a ter de viver com o inimigo, sob risco de virem a perder tudo o que têm. Sem comida, dinheiro ou esperança, e à medida que a escalada de perigo as cerca cada vez mais, é obrigada a tomar decisões impossíveis, uma atrás da outra, de forma a manter a família viva. Isabelle, a irmã de Vianne, é uma rebelde de dezoito anos, que procura um objetivo de vida com toda a paixão e ousadia da juventude.
Enquanto milhares de parisienses marcham para os horrores desconhecidos da guerra, ela conhece Gäetan, um partisan convicto de que a França é capaz de derrotar os nazis a partir do interior. Isabelle apaixona-se como só acontece aos jovens… perdidamente. Mas quando ele a trai, ela junta-se à Resistência e nunca olha para trás, arriscando vezes sem conta a própria vida para salvar a dos outros. Com coragem, graça e uma grande humanidade, a autora best-seller Kristin Hannah capta na perfeição o panorama épico da Segunda Guerra Mundial e faz incidir o seu foco numa parte íntima da história que raramente é vista: a guerra das mulheres.
O Rouxinol narra a história de duas irmãs separadas pelos anos e pela experiência, pelos ideais, pela paixão e pelas circunstâncias, cada uma seguindo o seu próprio caminho arriscado em busca da sobrevivência, do amor e da liberdade numa França ocupada pelos alemães e arrasada pela guerra. Um romance muito belo e comovente que celebra a resistência do espírito humano e em particular no feminino. Um romance de uma vida, para todos.

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História da Menina Perdida, de Elena Ferrante

Terça-feira, 13.06.17

"Esta manhã ponho o cansaço de lado e sento-me de novo à secretária. Agora que estou perto do ponto mais doloroso da nossa história, quero procurar na página um equilíbrio entre mim e ela que não consegui encontrar na vida, nem tão-pouco entre mim e mim." 

 

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O quarto livro da tetralogia napolitana. Acabou. Cheguei ao fim desta série maravilhosa e senti a mágoa da separação. Este livro foi vencedor do Prémio Livro do Ano Bertrand, que distingue “uma obra em prosa, seja romance, conto ou novela, editada no nosso país ao longo do último ano” e contou com mais de 20 mil votos. Não estou surpreendida.

O terceiro volume terminou com um dilema a decorrer na cabeça de Lenú e dava já para antecipar algumas das tragédias que o último volume iria trazer. 

Um dos muitos temas que a série aborda, os limites entre todos os 'cargos' que a mulher ocupa como esposa, trabalhadora, amante ou mãe, continua neste volume e as dificuldades de Lenú em conjugar todos eles são muito evidentes.

Há medida que o tempo vai avançando também nos damos conta de como se alterou a forma como são vistas as mulheres. Lenú representa uma mulher mais reprimida, que apesar de defender o feminismo não o aplica, continuando submissa à imagem de um homem, não se sente confiante com o que vai conquistando. E depois as suas filhas, muito mais confortáveis com o mundo em que vivem e muito mais seguras de si.

Lila é uma mulher forte, que se consegue adaptar, vencer e tornar-se numa pessoa importante sem nunca sair do seu bairro. A sua história não é bonita e envolve muito sofrimento, que sentimos juntamente com ela.

Neste livro também sentimos muito de perto a perda e a morte. As pessoas envelhecem, adoecem e existem vários momentos de sofrimento e tristeza ao longo do livro. Somos obrigados a dizer adeus a várias personagens.

No final, tudo voltou ao início, recomeçou, não foi um final fechado, muitas pontas foram deixadas em aberto por esta autora que se tornou a preferida de muita gente, incluindo eu própria.

Irei certamente ler mais livros dela, e em breve. Esta foi uma série maravilhosa, que todos deveriam ler e que espero um dia reler.

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por Daniela

A ler...

Quinta-feira, 08.06.17

 

Autor: Jodi Picoult

Editora: Civilização Editora

Tradução: Ana Figueira

Data de Publicação: Abril de 2010

Nº de Páginas: 406

 

Se o amor da sua vida lhe pedisse ajuda para morrer, que faria?

 

O comandante da polícia de uma pequena cidade de Massachusetts, Cameron McDonald, faz a detenção mais difícil da sua vida quando o seu primo Jamie lhe confessa ter matado a mulher, que sofria de uma doença terminal, por compaixão. Agora, um intenso julgamento por homicídio coloca a cidade em alvoroço e vem perturbar um casamento estável: Cameron, colaborando na acusação contra Jamie, vê-se, de repente, em confronto com a sua mulher, Allie – fascinada pela ideia de um homem amar tanto a mulher a ponto de lhe conceder todos os desejos, até mesmo o de acabar com a vida dela. E quando uma atracção inexplicável leva a uma traição chocante, Allie vê-se confrontada com as questões sentimentais mais difíceis: quando é que o amor ultrapassa os limites da obrigação moral? e o que é que significa amar verdadeiramente alguém?

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